13 janeiro 2010

OVO TELEPATA?

Linguagem Universal de Vida.

O Dr. Lyall Watson, autor de Super Nature e The Romeo error, nos presenteia com pesquisas muito interessantes a cerca da telepatia.

Telepatia: Pathos é um termo grego que significa primariamente, moléstia, doença, mal, mas também paixão, inimizade, afeição. Ou seja, é um termo para descrever certos tipos de sensações (estar doente), ou emoções (paixão, afeto, aversão). Por conseguinte, telepatia vem a ser um mecanismo de transmissão, à distância, de emoções que, obviamente não precisam ser traduzidas em palavras.

No livro Super Nature ele faz observações bem explícitas acerca do processo de comunicação entre seres vivos.
Ele repetiu uma experiência que originalmente foi feita por Clive Bakster que acredita na existência de uma “consciência primária em todas as coisas” que Watson caracteriza como “linguagem universal da vida”.

Ele pegou 18 ovos e os colocou numa espécie de mesinha giratória. De vez em quando, por meio de um dispositivo inteiramente aleatório, um dos ovos soltava-se e descia, por uma canaleta, até uma vasilha de água fervente. Ele notou que o ovo ligado ao detector acusava imediata reação no momento em que o “companheiro” mergulhava na água fervente, mas nenhuma reação registrava quanto à queda dos demais 17 ovos, a não ser que houvesse ocorrido um espaço mínimo de 15 minutos. Qual a explicação?

Watson notou que o bloqueio não ocorria no ovo receptor ou seja, aquele que estava ligado ao detector, e sim nos 17 ovos que permaneciam na giratória e que interrompiam prontamente a comunicação logo que o “companheiro” mergulhava na água fervente.

A única explicação possível que ocorre a mente (designa Watson) é de que, quando o primeiro ovo cai na água e emite seu sinal de alarme, os outros 17 ovos, à espera de sua vez, “desmaiam” todos – e que são necessários 15 minutos para que eles se recuperem.

Watson lembra a tradição do Sioux, como também outros índios norte-americanos, que adotam certos rituais que somente agora começam a fazer sentido.
Quando se torna necessário preparar um novo “totem” para tribo, os mais velhos se reúnem e vão a floresta, a fim de conseguir uma boa árvore, com a qual possam elaborar a figura.

Encontrada a árvore, todos se aproximam cerimoniosamente em semicírculo, e “conversam” com ela, mais ou menos nos seguintes termos:
“Olhe aqui árvore, lamentamos muito, mas você sabe como é, importante para nós o nosso totem, e o antigo está estragado. Precisamos de um novo tronco... E então, escolhemos você!

Dito isso, sem olhar para trás, todos se retiram apressadamente, aproximam-se da 1° árvore que encontram mais ou menos semelhante àquela e a cortam pra fazer dela o desejado totem.

Não há dúvidas de que os índios sabem das coisas.
Relacionando isto com o comportamento dos ovos, Watson declara-se inclinado a concluir que, talvez todas as árvores da floresta desmaiam quando a primeira delas ouve sua sentença de morte.

Os índios cortam uma árvore “desmaiada” e portanto, anestesiada, para não lhe causarem dores desnecessárias, mesmo tendo em vista o nobre fim.

Claro que você tem direito às suas próprias idéias e explicações. Quanto a mim fico com Watson, que por sua vez está com os índios, que estão com os segredos da natureza!

Nossas mentes e corações estão abertos ao acesso de sentimentos, emoções, conflitos, alegrias, afeto ou aversão.
Podemos nos comunicar com os bebês, desde que nascem e até mesmo antes, sem o diálogo.
Podemos nos comunicar com a natureza, com os animais, porque estamos imersos no fluido universal.

Na telepatia não é necessário o diálogo, porque trasmitimos nossas emoções, nossos sentimentos.

Sabe quando você pensa muito em alguém e esse alguém te liga, aparece na sua casa... É a conexão que você estabeleceu com ela através do seu pensamento. Não é coincidência. Elas não existem.
O que existe é oportunidade de aprendizagem e a todo instante, provas do nosso poder de modificar e melhorar tudo a nossa volta.

Um dia alcançaremos as condições necessárias para que se utilize esse meio de comunicação.
É claro que a escolha é sua. Eu optei por abrir minha mente e aprender, aprender, aprender.
Espero que você faça a mesma coisa.

Li sobre essa pesquisa no livro Nossos Filhos São Espíritos de Hermínio C. Miranda, não é um livro psicografado e sim um livro de estudo com ótima seqüência de pesquisas e experiências científicas descritas pelo autor.

5 comentários:

  1. Adorei!!! Muito bom esse texto. Sua interpretação dos fatos está sublime!
    Parabéns.

    Bjão
    laura

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  2. Eu acho interessante como as pessoas aceitam uma aula pesada de engenharia elétrica (onde equipamentos - motores, transformadores, eletrodomésticos, funcionam a partir de campos eletromagnéticos que não vemos) e não conseguem aceitar a existência da telepatia por exemplo. Acho que é só uma questão de tempo mesmo. O celular, na época do meu pai que assistia a um desenho animado chamado Flash Gordon, era uma belíssima obra de ficcção científica. Hoje todo mundo usa.

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  3. Dá uma olhada neste vídeo:

    http://www.youtube.com/watch?v=gAKGCtOi_4o&feature=related

    Abraços.

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  4. Oi Laura,

    Seu elogio é uma honra!

    Obrigada e beijão

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  5. Olá Piloto,

    Você tem toda razão!
    Infelizmente as pessoas são muito céticas, muito do que a gente acha ficção cientifica, em breve se tornaram as maiores verdades.
    Tudo que é uma novidade tecnológica, por exemplo, já existe em outra dimensão, outro planeta, no plano astral. Os grandes gênios em suas grandes descobertas, só nos trazem aquilo que eles já conheceram em outros lugares.
    Acredito que isso acontece em tudo, até nos filmes ou desenhos.
    A idéia de que nada se cria, tudo se copia, na nossa atual dimensão é a mais pura verdade.

    Um abraço pra você e seja sempre vindo!

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