13 janeiro 2011

Desastres naturais podem estar ligados a atividade solar - reportagem no Estadão


Ligação entre aumento das tempestades solares e mudanças no clima na Terra já é conhecida por cientistas

SÃO PAULO - Tempestades no Brasil, na Austrália, nos Estados Unidos... e no Sol? O aumento da atividade solar pode ter ligação com os desastres naturais que atingem diversos países desde o fim de 2010, já que o Sol passa por um momento de intensificação de sua atividade.

A agência espacial norte-americana (Nasa), havia previsto para 2010 ou 2011 o solar maximum, período em que a atividade solar atinge seu máximo, as explosões e tempestades solares são muito mais frequentes e intensas e as manchas solares reaparecem. No entanto, a agência adiou a previsão para 2012, o que significa que, embora este ano o Sol ainda não esteja no máximo de sua atividade, ele já está se aproximando do ápice.

A ligação entre os ciclos de atividade solar e o clima na Terra já foi reconhecida e, portanto, a grande atividade solar registrada neste ano (se encaminhando para o solar maximum), pode ter ligação com os recentes desastres naturais no Brasil e na Austrália.

A atividade solar oscila entre dois extremos conhecidos como solar minimum e solar maximum, em ciclos de cerca de 11 anos (embora seja impossível prever quando exatamente o solar maximum vai começar). Durante o solar minimum, a baixa atividade é percebida pela ausência das manchas na superfície da estrela, além dá baixa incidência de tempestades solares.

Uma tempestade solar ocorre quando a enorme quantidade de energia que vai se acumulando na atmosfera solar é liberada repentinamente. Essa radiação emitida abrange todo o espectro eletromagnético, desde raios X até raios gama e a quantidade de energia liberada é equivalente a 100 bombas de hidrogênio explodindo ao mesmo tempo.

Embora os cientistas não conheçam o exato mecanismo responsável pela correlação entre a atividade solar e o clima terrestre, há evidências comprovadas como a relação entre o maior período de inatividade do Sol (chamado de Maunder Minimum) e a chamada "pequena era do gelo", que ocorreram de 1500 a 1850. É importante destacar que tempestades solares individualmente não têm relação com o clima na terra, apenas os ciclos do Sol como um todo.

Além da questão climática, períodos de grande atividade solar têm ligação registrada com a aurora boreal intensificada, com a perda da vida útil de satélites, entre outros fenômenos.

Veja também:
Fotógrafo retrata intensificação da aurora boreal

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,atividade-solar-pode-ter-ligacao-com-desastres-naturais,665692,0.htm

Nada que nós não saibamos, mas ver isso no Estadão não tem preço!
Beijos
Ravena

8 comentários:

  1. Apesar de atentos ao desenrolar dos acontecimentos, convém focarmos nossas atenções no despertar do Amor, pois, se por um lado o Portal de Purificação Espiritual está ficando cada vez mais aberto, o reflexo das posturas de baixa consciência que muitos adotam reflete-se - de uma forma cada vez mais rápida - no planeta na forma de desastres cada vez mais intensos. Não devemos, por isso mesmo, deixarmo-nos possuir pela onda de medo e apreensão que circula o mundo. Mantenhamos a Luz, a Paz e o Amor em nossos Corações. Partilhemos este Tesouro com todos. Estamos juntos, irmãos de Luz no despertar de uma Nova Consciência, mais ampla, mais serena, mais ùnica.

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  2. "É importante destacar que tempestades solares individualmente não têm relação com o clima na terra, apenas os ciclos do Sol como um todo."

    Aqui vêm a utilização das táticas fascistas de neurolinguística além das já conhecidas mentira e ocultação.
    Pergunto a repórter do Estadão:

    _ Sério.. tem certeza? uma tempestade solar realmente grande não influenciaria o clima na terra? E porque é tão importante cara repórter destacar exatamente isso? A ponto da senhora concluir seu texto assim... É importante destacar isso para quem? Para mim? Para Você? Ou para o seu chefe?

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  3. A actividade solar está ficando muito séria!

    Etna entrou em erupção e forçou encerramento temporário de aeroportos.
    http://www.publico.pt/Mundo/etna-entrou-em-erupcao-e-forcou-encerramento-temporario-de-aeroportos_1475100

    Um sismo de magnitude 7,3 atingiu hoje, quinta-feira, um grupo de ilhas da Nova Caledónia, no pacífico sul.
    http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1756496

    Muita luz para todos.

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  4. Há muita coisa acontecendo no sol e ao seu redor...:

    http://www.youtube.com/v/YNjsNLA31tA?fs=1&hl=es_ES

    http://www.youtube.com/watch?v=sXrPvnKzXFs&feature=player_embedded

    http://www.apolo11.com/atividade_solar.php?pv=c2&disp=

    http://buscandoladolaverdad.blogspot.com/2011/01/rasgon-extrano-masivo-en-la-superficie.html

    Debates Culturais - Sergio Russo, Asteroide, 2012 e o Sol 1/2
    http://www.youtube.com/watch?v=l-lf9NOfK30
    Muito boa essa entrevista.Grande abço.

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  5. Ahhh....e é de se estranhar,meeesmo,essa matéria
    vir do Estadão.Quem sabe leremos outras tantas...,
    principalmente relativa a existência de vida extraterrestre aqui em nosso planeta.Já não aguento mais me olharem com cara de me acharem uma louca quando falo em ets.Abço.

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  6. Estudo sobre premonição causa polêmica

    Nos EUA, cientistas estão furiosos com ex-professor de Harvard que publicou trabalho defendendo fenômeno

    Estudo envolveu 1.100 voluntários tentando adivinhar o futuro e foi aceito em uma revista científica de prestígio

    HÉLIO SCHWARTSMAN
    ARTICULISTA DA FOLHA

    A figura é insuspeita: Daryl J. Bem é professor emérito de psicologia social da prestigiosa Universidade Cornell, em Nova York. Também já lecionou em Harvard e Stanford, entre outras instituições de elite dos EUA.
    Ele, entretanto, escreveu um artigo no qual afirma ter demonstrado a existência da percepção extrassensorial (PES), isto é, da capacidade de pressentir o futuro.
    Bem relata nove experimentos nos quais colocou um total de 1.100 universitários para adivinhar o futuro.
    Eles tinham de realizar tarefas como predizer se uma fotografia vai aparecer do lado esquerdo ou direito da tela do computador ou descobrir onde está a imagem erótica. Em 8 dessas 9 situações, sustenta o psicólogo, os alunos se saíram um pouco melhor que o autorizado pelo acaso.
    Para completar, o "paper" foi aceito para publicação pelo "Journal of Personality and Social Psychology", um dos mais influentes periódicos dos EUA nessa área.
    Como não poderia deixar de ser, a notícia está causando polêmica. O "The New York Times" dedicou uma página especial com nove artigos de opinião sobre a suposta descoberta. As blogosferas cética e parapsicológica também estão agitadas.
    Entre os cientistas mais ortodoxos, as opiniões também se dividem entre dois extremos: os que acham graça e os que estão furibundos.
    Para os representantes da primeira categoria, é importante preservar a liberdade de acadêmicos seniores de investigar o que quiserem.
    Além disso, não há mal na publicação de uma pesquisa assim, pois seus resultados não serão replicados por nenhum laboratório, e ela cairá no esquecimento, a exemplo de várias outras tentativas de dar credibilidade à parapsicologia. Por enquanto, três tentativas de reproduzir os experimentos fracassaram. Há outras em curso.
    Cada vez mais presentes no mundo da ciência, os estatísticos têm sua própria linha de crítica. Um grupo liderado por Eric-Jan Wagenmakers, da Universidade de Amsterdã, foi convidado para escrever uma revisão na mesma edição da revista em que sairá o polêmico artigo.
    Para os holandeses, o professor emérito errou ao tratar dados colhidos de forma exploratória com um instrumental estatístico concebido para confirmar hipóteses. Ao fazê-lo, ele inadvertidamente superestimou as evidências contrárias à hipótese de que o fenômeno não existe.
    Outros, porém, fazem críticas mais severas a Bem e, em especial, ao periódico que decidiu publicar seu artigo.
    Para eles, a existência de PES é uma teoria extraordinária e, como tal, só poderia ser publicada num "journal" se fosse sustentada por evidências extraordinárias -o que não seria o caso mesmo se as conclusões de Bem fossem aceitas pacificamente.
    Douglas Hofstadter, professor de ciência cognitiva da Universidade de Indiana, coloca o problema de forma veemente na página de debates do "New York Times".
    "Se algo disso [a PES] fosse verdade, então todas as bases da ciência contemporânea ruiriam, e nós teríamos de repensar a natureza do universo. Por essa razão, publicar um artigo como esse é um ato muito grave."
    Pelo menos no que diz respeito à natureza do universo, Hofstadter tem razão. Se a PES é uma realidade, então o futuro afeta o presente (retrocausalidade), o que torna urgente modificar todos os livros de física, segundo os quais o tempo é linear.
    O professor Bem, é claro, discorda e, a exemplo de homeopatas e novos gurus, recorre à mecânica quântica para explicar seus achados.

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  7. Os ciclos solares tem a ver com os ciclos climáticos do planeta Terra:

    http://en.wikipedia.org/wiki/Milankovitch_cycles
    http://en.wikipedia.org/wiki/Solar_constant#Variation
    http://en.wikipedia.org/wiki/Insolation
    http://www.ecmwf.int/research/era/ERA-40_Atlas/docs/section_B/charts/B05_LL_IAV.html
    http://www.ecmwf.int/research/era/ERA-40_Atlas/docs/section_B/charts/B12_LL_IAV.htmlhttp://www.ecmwf.int/research/era/ERA-40_Atlas/docs/section_B/charts/B11_LL_IAV.html

    http://en.wikipedia.org/wiki/File:Breakdown_of_the_incoming_solar_energy.svg
    http://en.wikipedia.org/wiki/Solar_maximum
    http://en.wikipedia.org/wiki/File:Solar-cycle-data.png

    Neste último link, pode-se perceber que existe uma variação diária de até pouco mais de 3 W/m2 dependendo do ciclo solar.
    Mas o que se absorve de dia se perde durante a noite. Vê-se que a irradiação solar segundo este último gráfico reduziu de 1990 para 2000. Se olhar no cilo solar 24 verá que existe uma espectativa de redução maior (será que estamos indo para a glaciação?).
    O problema é que segundo o IPCC tem um tal de efeito estufa que nos garante um acréscimo solar da orde de 1 a 2 W/m2 por ano.
    Veja no link seguinte que embora a temperatura estivesse caindo até o ano ~1900. De lá para cá esquentou.
    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/e/ed/Hockey_stick_chart_ipcc_large.jpg
    Quanto maior a temperatura maior a pressão de vapor da água. Isso quer dizer que tem mais umidade na atmosfera. Mas isso não é tudo. Esse excesso de 1,5 w/m2 anuais implicam na transferência dessa energia para a atmosfera, superfície do planeta ou para a água no oceano, mas primeiro na superfície do oceano.
    http://en.wikipedia.org/wiki/File:Satellite_Temperatures.png
    As coisas não são tão lineares, mas esse calor se distribui na superfície, atmosfera, mas vai parar no oceano - a custa de um acrescimo médio anual de ~0,04/ano oC.
    Você pode calcular qual é o aumento de precipitação de chuva a partir desse excesso de calor:
    1 W/m2 (médio no planeta) = 1 J/m2/s
    para transformar em kJ/m2/ano (*24*365,25*1e3)
    Para a superfície do planeta é de 5,1e8 km2.
    Obtem-se para cada W/m2 um acréscimo anual de energia da ordem de 1,6e19 kJ)
    Ora o calor de evaporação da água é de 2260 kJ/kg (L) de água. A pluviosidade da chuva é dada em mm. Cada mm equivale a 1 L/m2. Então com o acréscimo de 1,5 W/m2 por ano temos um acrescimo na pluviosidade de 21 mm /ano devido ao efeito estufa e entre o começo do ciclo solar e o máximo de cerca de 30 mm / ano - média do planeta. Não consegui comparar com o Grafico da Figura em
    http://www.ecmwf.int/research/era/ERA-40_Atlas/docs/section_B/charts/B11_LL_IAV.html

    Mas é assim mesmo... Ninguém se entende.

    JG

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  8. Reginamaste

    O primeiro link fala de um buraco no Sol. Andei procurando e entendi que essa imagem é de alguma camada interior do Sol.

    Na imagem verde, podem ser estrelas ao fundo. Outro dia havia uma imagem de um ponto se movendo que vi em outro site tratar-se do planeta Venus. Na sequência da lua pode-se tratar do mesmo fenômeno.

    Veja Figura, mostrando luzes na Lua em

    http://www.nasa.gov/mission_pages/sunearth/news/news20110106-annulareclipse.html

    O problema é que são luzes de raios X. Que será que são? Difícl para um leigo como eu interpretar.

    No site apolo, mostra a explosão solar de hoje. Sorte não foi na nossa direção. Há imagens do sol de tipos diferentes mas não há explicação.
    No link a seguir também tem outras imagens do Sol com outros filtros.
    http://www.lmsal.com/solarsoft/last_events/

    A imagem exterior do Sol mais parecida com a real (filtrada) está em http://www.spaceweather.com/

    Como dizia o Mulder - I want to believe.

    JG

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