14 outubro 2011

EUA volta a ameaçar o Irã - Alex Jones alerta máximo para Terceira Guerra Mundial - Parte 1

WASHINGTON e TEERÃ - Apesar da tentativa iraniana de se distanciar das denúncias, o presidente Barack Obama reforçou a condenação ao regime de Teerã, que para ele tem "participação indiscutível" no plano terrorista para atacar alvos em Washington. Em sua primeira manifestação sobre o caso, ele ameaçou nesta quinta-feira a imposição de mais sanções e disse que "nenhuma opção está descartada" pela Casa Branca.

- Isso é parte de um padrão de comportamento perigoso e temerário do governo iraniano - afirmou Obama, em entrevista coletiva. - Continuaremos a tentar aplicar as sanções mais severas e a mobilizar a comunidade internacional para ter certeza de que o Irã está cada vez mais isolado e que pagará um preço por esse comportamento.

Na terça-feira, o governo Obama acusou explicitamente facções do regime iraniano de planejarem um complô para realizar ataques em Washington - incluindo um para matar o embaixador saudita - e indicou que os principais suspeitos têm laços com a Força Quds, unidade de elite da Guarda Revolucionária.

Obama não entrou em detalhes de quem seriam os membros do governo iraniano envolvidos no complô, mas disse que as provas da cumplicidade de Teerã foram transmitidas aos aliados dos EUA.

O Departamento do Tesouro americano já anunciou que leventará mais sanções contra o banco central do Irã para aumentar o isolamento do regime Mahmoud Ahmadinejad, que nega envolvimento no plano.

O general iraniano Hossein Salami, segundo no comando da Guarda Revolucionária, chamou nesta quinta-feira de "ridículas e infundadas" as acusações americanas.

- As recorrentes falhas e frustrações dos líderes americanos nas política internacional os levaram a fazer uma tentativa de desviar a atenção da comunidade internacional do colapso do sistema capitalista - afirmou Salami, citado pelo canal iraniano Press TV. - Eles estão inventando disputas ridículas e infundadas para gerar rixas entre muçulmanos.

A Força Quds e a Guarda Revolucionária estão fora da zona de influência de Ahmadinejad. Líderes das duas organizações vem inclusive atacando o presidente, alvo de uma recente onda críticas de clérigos xiitas. A Guarda Revolucionária e o ministério da Inteligência iraniano estão sob controle do aiatolá Khamenei, líder supremo iraniano.

Até investigadores desconfiaram do plano

A trama que o governo dos EUA atribui a dois iranianos causou desconfiança até entre os investigadores do caso. Segundo o jornal "Washington Post", autoridades que revelaram o suposto complô para assassinar o embaixador saudita, com ajuda de criminosos mexicanos, admitiram ter dúvidas sobre o papel do Irã e, inicialmente, questionaram o envolvimento do governo.
Menos de 24 horas depois de denunciar o plano, o governo americano passou a maior parte da quarta-feira apresentando supostas provas, não apenas para jornalistas, mas também para aliados internacionais e membros do Congresso, afirma o "Post".

Em comunicados e ligações telefônicas, autoridades dos EUA tentaram explicar como a Força Quds, unidade militar de elite do Irã, terminou envolvendo um vendedor de carros usados e um cartel mexicano num complô contra o embaixador da Arábia Saudita, Adel al-Jubeir, que incluía a explosão de embaixadas em Washington e Buenos Aires.

Diplomatas ocidentais que foram contactados em particular nas Nações Unidas, em Nova York, mostraram preocupação com a possibilidade de que a duvidosa qualidade do plano motive teorias conspiratórias. Um deles afirmou ao jornal que "todos ficaram surpresos com o amadorismo" do complô.

Um dos acusados, Mansur Arbabsiar, naturalizado americano, foi preso há duas semanas. O outro suspeito, Gholam Shakuri, estaria no Irã, onde serviria na Força Quds. A trama foi descoberta quando Arbabsiar entrou em contato com um homem que acreditava ser membro de um cartel mexicano, mas era na verdade informante da agência americana de combate às drogas.





Analistas também duvidam de influência de Teerã

Além de terem sido rejeitadas pelo governo do Irã, as acusações também não receberam crédito entre os iranianos. Analistas afirmam que mesmo que o envolvimento dos dois suspeitos seja real, o presidente Mahmoud Ahmadinejad e seu governo provavelmente não teriam relação com o esquema.
A Força Quds e a Guarda Revolucionária, que também teria ligação com o complô, estão fora da zona de influência de Ahmadinejad. Líderes das duas organizações vem inclusive atacando o presidente, alvo de uma recente onda críticas de clérigos xiitas. A Guarda Revolucionária e o ministério da Inteligência iraniano estão sob controle do aiatolá Khamenei, líder supremo iraniano.

Agora, apesar da pressão do Congresso americano por medidas mais duras contra o Irã, analistas consideram que a política dos EUA para o país não deve mudar. O governo Obama deve continuar combinando um discurso duro, com ações mais comedidas.

Fonte da notícia: O Globo 


Alex Jones diz ter fontes seguras sobre possível ataque de Israel contra o Irã nas próximas 2 semanas. 





Continuação Parte 2:
Terceira Guerra Mundial - Alerta Máximo - O Centésimo Macaco - Parte 2

8 comentários:

  1. É Rave, ontem vi o vídeo de Alex Jones e tenho acompanhado estas acusações infundadas dos EUA e Arábia Saudita contra o Irã.
    Querem arrumar pretextos para tentarem esconder o colapso do sistema financeiro, desviando as atenções para uma suposta ameaça terrorista representada pelo Irã e quem sabe com isso, além de sanções ( mas vem cá: São tantas sanções que vem há anos e mesmo assim tem que imporem mais sanções que coisa estranha não ?) e agora seguem a mesma novena de outras crises que levaram a guerras por domininação.
    Esta estória da libertação de Chalit pelo Hamas e troca de prisioneiros,tentam desmontar qualquer nova reaproximação do Hamas com o Irã, mas tenho minhas dúvidas. Será também Rave que ao envolverem a Arábia Saudita, dariam condições para que Israel possa sobrevoar os céus da Arábia Saudita para atacarem o Irã por procuração? São conjecturas minhas, já que Irã e Arábia Saudita, fazem um duelo por liderança no Oriente Médio.
    A elite globalista começou as revoltas árabes, pois devem ter planos para formarem um grande califado que une norte da África e Oriente Médio e tem que tirar aqueles empecilhos do caminho como Irã e Síria, o resto será mais fácil de se lidar.
    Vamos ver o que este enredo vai nos proporcionar nas próximas semanas.
    Estaremos de olho.
    Bjs

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  2. Não tenho dúvidas de que estão armando o circo para a utilização de vasta munição. Basta saber se como em muitas outras vezes, conseguirão limitar suas ações e se nações como Rússia e China ficarão apenas latindo. Ainda assim e mesmo que o cenário seja ampliado para um conflito generalizado, o que me pergunto é, se estiver vivo para ver o resultado disso tudo, o que verei? Um cenário de gigantesca destruição, onde, assim como em guerras anteriores; restará aos sobreviventes juntar os cacos e recomeçar, pagando pelo preço da ignorância humana? Haverá interferência "divina" ou extra terrestre no sentido de impedir a destruição de inocentes ou então de trazer, não a NOM planejada pelos homens, mas algo diferente e esperado por todos nós?
    Independentemente do que venha ocorrer e da relação dessas ocorrências com profecias, minha grande pergunta é : Qual a contribuição de toda a história da humanidade para o restante do universo? Tenho a impressão de que quem observa nosso planeta de fora dele, vê um manicômio ou um penico.

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  3. jorge.falcao62 olá
    Na sua última afirmação acho que você pegou um pouco pesado...
    Acho que "todos ou muitos de fora" não nos vêem assim.
    Reflita... e se talvez alguns, "protagonistas invisíveis da nossa saga que nunca conhecemos", querem que pensemos isso mesmo?

    Interferência DIVINA, se nos basearmos nesse conceito, precisamos dela desde o início de nossa história.
    Justamente agora que o "circo vai pegar fogo" deixaram(?) é que aparecerão para nos salvar?

    Sobre divino tenho um outro conceito.
    Se é que é isso que você está dizendo, até acredito em sutilezas e desvios do "divino", mas interferência ou ação direta...
    Seria coisa de desavisados falsos amigos... e esses sim se intitulam "divinos".

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  4. nº Zero, aceito todas suas observações.
    Baseado, não apenas em minhas limitações de conhecimento, mas na da humanidade toda, acredito que nos tornamos um equívoco. Não consigo ver a sintonia no gigantismo do universo, suas leis, seus propósitos (sejam lá quais forem), seu sincronismo e sua beleza tangível com os ideais humanos. A natureza humana me parece mais com um grito de horror querendo ser uma linda melodia. Não temos origem definida e nem tão pouco propósitos. Temos sim, mas aqueles que emanam da enorme fila indiana em que sempre frequentamos. Saio agora do porão de utopia acima e entro noutro. Nele, vejo que estranhamente o que acontece em nosso planeta é puro reflexo do que acontece no universo. Lá em cima, mega explosões se sucedem, cometas buscam alvos permanentemente, estrelas nascem e morrem e despejam trilhotons de energia destrutiva e criadora ao mesmo tempo, os corpos maiores subjulgam indefinidamente os menores e eterniza-se uma movimentação descomunal de energia e matéria. Aqui em baixo e mesmo que a espécie humana não existisse, as forças da natureza se agitariam produzindo tsunamis, maremotos, terremotos, ciclones, tufões, erupções vulcânicas, chuva de granizo, raios, etc... Em paralelo as espécies da natureza são forçadas a se comerem. Alguém dirá : Matam apenas para comer. É verdade. Mas que culpa tem a zebra se o leão está com fome. E se amanhã uma raça de alienígenas usar o mesmo argumento para utilizar-nos como alimento? Diante disso tudo, pura realidade mesmo que não queiram, o homem consegue ser ainda pior e torna-se predador de tudo, inclusive de si mesmo. Vamos continuar na utopia e nos permitir perguntar : Imaginemos a existência de uma grande conferência intergalática onde o homem tivesse que fazer um resumo de sua história para conquistar o direito de continuar a viver no universo. Em uma das mãos apresentaria um IPOD e na outra um VAZIO sentenciador. Uma 3ª, 4ª ou 5ª Guerra Mundial nada mais será do que o mais puro reflexo daquilo que somos. Sinceramente acho que apenas uma reengenharia genética pode corrigir isso pois nos perdemos em nossa "liberdade".

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  5. ..Só pra quebrar a rotina.. ja viram o olho reptiliano do Mansur Arbabsiar? o preso postado acima..

    abraço Guilherme

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  6. Guilherme,

    Você tem razão! Sinistro!

    Abraço

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  7. Li tudo com atenção amigos, só quero expor umas coisas: Antenas de "celular", mil porcarias nos supermercados que chamam de comida, vacinas , drogas (licitas, ilícitas, medicamentos), funks e pancadões, religiões, doutrinações que chamam de educação escolar, transgênicos... penso que o ser humano é bom por natureza, mas alguém conhece nossa natureza melhor do que nós mesmos e está jogando sujo. A maioria nem sabe o que está fazendo, nem tem consciência que está vivo... por favor considerem isso antes de julgar e condenar nossa raça.

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  8. Existe uma relação direta entre declaração de guerra pelos Estados Unidos e crises econômicas e políticas. Na segunda guerra, os EUA estavam tentando sair da depressão de 30. Graças a guerra fabricada entre os aliados e os nazistas com participação especial do Japão, Itália e Russia, tanto os EUA (crise econômica) e Russia (crise política - mudança de governo) saíram do buraco. Novamente, na decada de 50 com a crise da Coréia (doutrina Macarthur estava esganando a sociedade americana que se rebelava e eles precisavam de uma guerra), novamente no Vietman (mesmo motivo da Coreia), a crise dos mísseis na decada de 70 (nova crise econômica norte-americana), Iraque I e II (reeleição dos republicanos) e agora essa salamandra do Obama que precisa se reeleger e amenizar a crise usando os Iranianos e Sírios como alvo.

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