15 outubro 2011

Primavera Americana?

"Toda revolução tem de ser inspirado por um ato de amor. Caso contrário, haverá tal, mas uma regressão "

A única maneira de impedir a derrocada total do Obama é um acontecimento grandioso, seja natural ou não, tudo indica que algo pode acontecer nos próximos dias, justamente num período decisivo em termos de escolhas, pensamentos e ações que determinam a linha do tempo que será estabelecida. Natural (catástrofes) ou não (guerra e ataques de falsa bandeira), pode nos distrair e propagar o medo. Precisamos estar conscientes para que a revolução que tantos aspiram seja baseada no amor e na união, caso contrário se estabelecerá exatamente o cenário que eles desejam. Veja também no vídeo, que os acontecimentos recentes deixaram de ser estranhos para tornarem-se bizarros. 

Ravena

Agradecimento a Sergio Nunes pelo envio da notícia abaixo. 

"É nossa primavera estadunidense!", grita um homem sobre um estrado armado em Washington, a dois passos da Casa Branca. Em frente a ele, centenas de simpatizantes dão início a uma ocupação contra a guerra no Afganistão e a "máquina capitalista" de Wall Street.

Barracas, sacos de dormir, tantãs. Quase três semanas após o começo das manifestações em Nova Iorque, reúnem-se várias centenas de pessoas, ecologistas, ex-combatentes ou simples "decepcionados de Obama", decididos a acampar, "até que chegue a mudança", na Praça da Liberdade (Freedom Plaza), entre a sede do Congresso e a Casa Branca.

"Estamos trabalhando nesta concentração há um ano, muito antes do movimento Occupy Wall Street", diz Lisa Simeone, uma das organizadoras desta manifestação altamente simbólica, no coração da potência estadunidense.

Mas aqula mobilização amplificou a nossa, nos inspiramos mutuamente uns aos outros", acrescenta a locutora de rádio de Baltimore, em Maryland.

Na origem do movimento Stop the machine, create a new world (Parem a máquina, criemos um mundo novo) estão pacifistas chegados à cidade para se manifestar contra o décimo aniversário do começo da guerra no Afeganistão, além de mais de 150 associações de todo o país que se uniram à iniciativa.

"As pessoas estão decepcionadas", explica o reverendo Bruce Wright, um dos organizadores que chegou da Flórida. "Estamos aqui em nome das pessoas a pé, para reclamar nossos direitos econômicos universais, o direito de ter um teto, uma profissão, o acesso gratuito à saúde."

"Nós também temos uma primavera estadunidense", afirmou, reivindicando a herança da primavera árabe. Como no norte da África, na Espanha e na Grécia, estamos aqui para reclamar um mundo justo e sustentável!"

Fonte: http://www.cubadebate.cu/noticias/2011/10/06/protestas-contra-wall-street-llegan-a-washington/




Fonte do vídeo: Existência Consciente

2 comentários:

  1. Oi Ravena!O bicho tá pegando mesmo ,lentamente e parecendo manso...mas aí que mora o perigo!VALE A PENA VER DE NOVO - O EFEITO NOSTRADAMUS - HIEROGLIFOS DO JUÍZO FINAL - HYSTORY CHANNEL Abraço fraterno

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  2. A concentração de renda sempre escravizou a humanidade. Hoje ela é gigantesca e reflete o quadro das dívidas de muitos países. Na realidade o dinheiro que construiu as dívidas desses países está nas mãos de poucos. Estes criam mecanismos de arrecadação que fomenta um falso desenvolvimento. Muitos se orgulham de nossa tecnologia, mas não seria melhor termos menos tecnologia e mais qualidade de vida. De que adianta internet, pesquisa espacial e holografia se a fome e as guerras não cessam?
    Não seria melhor termos menos inaugurações de fábricas e que em substituição um novo homem fosse reinaugurado? É verdade. Isso é utopia.
    Mas o que não é utópico é a ganância dos credores das dívidas. A situação é tão crítica, que até mesmo ele perceberam a proximidade de um cataclisma e alguns de seus representantes pedem desesperadamente para pagarem mais impostos. Na realidade pensam em perder 10 ou 15% de seus lucros para tentar salvar o todo, que certamente estaria comprometido no caso de uma guerra generalizada. Infelizmente o nível de endividamento do mundo e a consequente miséria, são tão grandes que o conflito é absolutamente inevitável. Mesmo que esse conflito vise uma redução drástica da população mundial, seus arquitetos acham que vão conseguir executá-lo de forma pontual. Cirúrgica como diria o "Grande Irmão". Mas como controlar a energia desencadeada pela sandice de centenas de artefatos nucleares? A resposta depende unicamente de uma questão de tempo. 2011? 2012? 2013? Não sei, mas já escuta-se o estalar da corda tracionada.
    Não sou pessimista e nem otimista em relação a isso. Minha realidade no entanto, encontra repouso na esperança de que haja uma intervenção "externa" seja lá de onde for, ou que realmente exista continuidade após nossa morte.

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