Antes do fenômeno aguardado por muitos, Vênus parece momentaneamente cair e subir novamente quando se aproxima do Sol. Agradeço uma explicação plausível para isso:
E agora uma linda imagem fotografada por Mila Zinkova de San Francisco, Califórnia
"O quadro superior mostra Vênus distorcido pela ação reafractive da atmosfera da Terra", explica ela. "No quadro inferior Vênus está de volta ao normal. Peguei as duas imagens usando uma Canon Powershot SH40."
Ontem dia 4, ocorreu um eclipse parcial lunar, os moradores do leste da Ásia, da Austrália e de parte da América do Norte observaram a Lua que ficou 37% escurecida por volta das 21 horas ( 8 horas em Brasília)
E hoje dia 5, o céu será palco de um raro fenômeno celeste que nenhum ser humano vivo poderá presenciar outra vez. Trata-se do trânsito de Vênus, um momento muito especial em que o brilhante planeta cruzará o disco solar.
Os trânsitos de Vênus são bem conhecidos e têm um período variável embora previsível: a um intervalo de 8 anos segue-se outro de 121,5 anos, posteriormente acontece um trânsito 8 anos mais tarde para voltar a acontecer 105,5 anos depois. São muito raros e acontecem em pares, o evento dessa terça-feira é o par do trânsito ocorrido em 2004 e o próximo par será daqui a 105 anos em 11 de dezembro de 2117.
O trânsito começa nesta terça-feira (dia 5, às 19h09 no horário de Brasília) a oeste do Meridiano de Greenwich e na quarta-feira (6) a leste dele. Ele vai durar seis horas e 40 minutos e será visível do oeste do Pacífico ao leste da Ásia e leste da Austrália. Mas no Brasil, ele só será visto por habitantes do extremo oeste do país, durante o pôr-do-sol, Vênus será observado como um pontinho sobre o Sol, infelizmente a maioria de nós perderá o espetáculo ao vivo e a cores, mas você pode acompanhar o evento no site ApoloChannel.
É um evento tão único que escolas e museus ao redor do planeta estão preparando festas para acompanhar o fenômeno e os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional também estão planejando acompanhar o evento.
Qual é a importância científica de um trânsito de Vênus?
Edmund Halley, descobridor do cometa que leva seu nome, percebeu que por meio dele é posível medir com grande precisão a distância Terra - Sol, parâmetro que define a escala do Sistema Solar.
Não só Edmundo Halley percebeu a importância desse evento. Os astrônomos maias tinham um conhecimento notável do movimento aparente de Vénus.
Eles sabiam em que dia Vénus apareceria a Leste depois de ter desaparecido a Oeste. Mais ainda, eles sabiam que a cada 2920 dias (mais ou menos 8 anos) Vénus repetia os seus movimentos em relação ao Sol.
Os maias determinaram com grande aproximação o período sinódico (o tempo que leva um astro (objeto) a reaparecer no mesmo local em sucessiva conjunções com o Sol) de Vénus, que segundo os astrônomos modernos é de 583.92 dias. Para os maias, ele foi calculado em 584 dias.
Os seus astrônomos-sacerdotes perceberam que a Estrela da Manhã e Estrela da Noite eram o mesmo planeta, um fato não apreciado, por exemplo, dos gregos como Homero. Para o período sinódico de Vênus, eles usaram a figura representando 584 dias, o número inteiro mais próximo ao valor verdadeiro, 583,92. Este período sinódico foi dividido em quatro posições de Vênus:
Estrela da Manhã (236 dias);
O Desaparecimento em Conjunção Superior (90 dias),
Evening Star (250 dias) e
O Desaparecimento (na Conjunção Inferior ) (8 dias).
O grande ciclo desse calendário, equivalente ao nosso século, é alcançado após 65 períodos de Vênus. Neste ponto, os sacerdotes astecas acreditavam, que o mundo poderia acabar, por isso todos os incêndios no império eram extintos, para serem reacendidos apenas quando as Plêiades atravessavam o auge em vez de parar.
O nascer helíaco (nascimento de um astro que coincide com o Sol) de Vênus foi um evento fantástico para os meso-americanos, que consideravam a influência do planeta decididamente funesta.
Borgia Codex. Mixcoatl / Venus
O Calendários de Vênus baseados na equação de 65 Períodos são encontrados nos códices Cospi, Borgia, B e Vaticanus, em que cinco deuses representando Vênus, cada um associado a cinco sucessivos levantamentos heliacal do planeta, são desenhados com uma lança em suas vítimas.
Os maias também estavam numa posição geográfica privilegiada, por exemplo: dos 40 Trânsitos de Vênus que aconteceram entre o ano 2000 AC e 1500 DC (conquista espanhola), eles observaram o fenômeno pelo menos 36 vezes.
O calendário de Vênus no Códice de Dresden, considerado o mais importante dos poucos que ainda restam da maioria que foram destruídos pelos espanhóis durante a invasão da América Latina, mostra que os maias tinham um cerimonial mais complexo e idéias de calendário associado a ele.
Como ciclo de Vênus era um calendário importante para os maias, existem seis páginas no Códice de Dresden dedicadas ao cálculo preciso da localização de Vênus.
Os antigos maias, utilizavam as portas e janelas dos seus edificios como apontadores astronômicos, especialmente para Vênus. Em Uxmal, por exemplo, todos os edifícios estão alinhados na mesma direção.
Os maias ofereciam numerosos sacrifícios humanos a Vênus e ao Sol. Vênus era o planeta patrono da guerra para os Maias e usavam-no para determinar os tempos apropriados para as coroações e guerras. Os governantes maias planejavam as guerras de modo a terem o seu início quando Vênus aparecesse no céu no Oriente após ter desaparecido no Ocidente, por isso que as datas de várias batalhas estão ligadas a posições chave do ciclo de Vénus.
Alguns pesquisadores que interpretaram os códices maias dizem que depois dos 13 longos períodos de tempo (Baktuns) depois do Trânsito de Vênus o mundo chegaria ao fim de uma Era, coincidência ou não o fim do calendário maia e o evento de Vênus acontecem esse ano, o próximo só em 2.117.
Acreditam no retorno do "Jaguar Serpente" ou Kukulcan / Quetzalcoatl, e uma de suas profecias estabelece que depois de um terremoto global, “o novo homem do conhecimento” irá retornar para a terra para estabelecer um governo global.
De acordo com o livro A Profecia de Orion de Patrick Geryl, que explica dezenas de cálculos que são difíceis de explicar em poucas linhas, tem que ler o livro mesmo, os maias basearam seus cálculos no giro de quinhentos e oitenta e quatro dias do planeta Vênus para calibrar seus cálculos solares, que civilizações antigas acharam e deixaram registrados uma conexão entre o ciclo das manchas solares e o campo magnético da Terra e que quando Vênus e Órion localizam-se em posições de códigos específicos, pode-se prever o próximo desastre. Sempre tudo tem a ver com o Sol e com ciclos que os astrônomos atuais não compreendem.
O livro também diz que chamas solares acenderão a atmosfera de Vênus.
Trechinho do livro:
Ao comparar os dados das escrituras sacras com os de outros livros que leio, tudo se torna muito mais claro: Chamas solares acenderão a atmosfera de Vênus, como a luz polar, e se tornará tão visível como a Lua, ou inclusive mais ainda, e parte da atmosfera de Vênus explorará no espaço.
Os maias descreveram estes eventos: Vênus era como um segundo Sol e tinha uma cauda. Por estas razões, os atlantes, os maias e os egípcios consideraram Vênus como o sinal mais importante do céu.
A significativa conclusão que se pode extrair disto é que, tanto os maias como os egípcios, seguiram Vênus de maneira precisa porque sabiam que se reacenderia no céu quando se produzir o
próximo cataclismo!
Vênus é um planeta facilmente visível no céu porque sua órbita fica entre a Terra e o Sol, ainda de acordo com Patrick Geryl, , os maias deixaram registrado no códice Dresden que cada 117 giros de Vênus marcados cada vez que aparece no mesmo sítio no céu, o Sol sofre fortes alterações, aparecem enormes manchas ou erupções de vento solar. Advertiram que cada 1.872.000 kines ou 5.125 anos acontecem alterações ainda maiores e o homem precisa ficar alerta, é o presságio de mudanças e destruição.
Ele diz também que o O Trânsito de Vênus seria o evento que marca ou aconteceria meses antes de um cataclismo:
Grandes explosões solares
Campo Magnético da Terra que está enfraquecido, diminuiria de vez
As explosões solares alterariam o funcionamento do núcleo da Terra
Ocorreria uma inversão polar
A rotação da Terra diminuiria rapidamente para então girar na direção oposta
E ele afirma que isso tudo aconteceria em único dia no final de 2012. O livro é interessante por causa das interpretações e dos cálculos que ele explica para "provar" a existência desse código Vênus-Orion, achei também interessante sua interpretação sobre chamas solares acendendo a atmosfera de Vênus que dependendo da chamuscada, realmente poderia aos observadores da Terra, parecer um "segundo Sol", no entanto afirmar que tudo isso aconteceria de uma só vez e em poucas horas no dia 21 de dezembro, é o mesmo que afirmar que tudo acontecerá exatamente como no filme 2012 e eu Ravena, não acredito que as coisas sejam assim "tão simples", nossas mentes são complicadas e para que qualquer cenário se materialize a humanidade precisa trabalhar em cima dos scripts e como nos apresentaram muitos, as possibilidades são todas e ter conhecimento (informação) delas é um "privilégio conquistado".
Depois de uma dupla Ejeção de Massa Coronal (CME) como consequência de explosões solares da enorme mancha 1302, que produziu uma nuvem de partículas que viajou diretamente para a Terra golpeando nossa magnetosfera no dia 26 de setembro, o índice Kp que até então mantinha-se estável, mesmo com diversas erupções solares anteriores que também estavam direcionadas à Terra, pulou do 1 para o 5 atingindo 8 e caindo para 4 no mesmo dia.
No dia 27 subiu novamente atingindo nível 7 caindo e mantendo-se no nível 4. Hoje 28 de setembro, de nível 3 subiu para 4 atingindo 5, caindo para 3 e depois 2. De acordo com o site Space Weather, foram tempestades geomagnéticas menores que eclodiram como réplicas da tempestade severa em 26 de setembro.
Réplicas? Agora tempestades magnéticas tem réplicas como terremotos? Foi a primeira vez que li isso desde que acompanho a rotina furiosa do Sol. Rotina que está difícil de acompanhar, porque as informações sobre o Astro Rei, estão sendo manipuladas e escondidas.
A enorme mancha 1302, que segundo as previsões oficiais não estava dando sinais de que iria se acalmar, desde ontem 27 de setembro, virou a moça das manchas, foram 12 erupções solares entre classes B e C. E hoje 28 de setembro foram 7 entre B, C e uma M. Esta são as informações oficiais do site http://www.lmsal.com/solarsoft/last_events/, mas se são verdadeiras é outra história.
Seja lá como for, desde que percebi a falta de imagens, lapsos entre intervalos de horários bem grandes no soho e repetição de imagens no stereo, percebi a dificuldade que talvez tenhamos daqui pra frente em acompanhar o Sol.
Fato é que desde que o índice Kp subiu, novamente como já observado anteriormente, a atividade sísmica também aumentou. As informações sobre os terremotos são do site Painel Global e sempre há diferenças entre os sites que acompanham os terremotos, porque uns registram apenas terremotos com intensidade maior que 4 enquanto outros registram todos.
No dia 22 de acordo com a Nasa uma das CMEs emitidas pelo Sol em 19 de setembro, ofereceria um rude golpe no campo magnético da Terra. Fizeram até uma animação. O índice Kp manteve-se normal sem a aguardada tempestade magnética, já que o índice kp não subiu então supõe-se que não houve tempestade. Até brinquei em outra circunstância, que "esqueceram" de mudar o índice na tabela...
Já estudamos a relação entre as tempestades magnéticas e o aumento da atividade sísmica e comprovamos com vários exemplos essa íntima relação, mesmo que ainda não aceito pelas agências oficiais. Mas isso não significa que terremotos dependam das tempestades magnéticas para ocorrer, já que as placas tectônicas estão em constante movimento. Se houvesse um consenso e um estudo sério entre astrônomos e geólogos, a história seria diferente, porque mesmo que um não dependa do outro, está interligado, como tudo.
Mesmo não tendo alteração no índice Kp, houveram 33 terremotos nesse dia (22), não é mais possível ver o relatório do dia 21 no painel global para verificar se houve aumento de um dia para o outro, mas lembro de ter percebido o aumento, mas não tenho o número no mesmo site. No site Iris, que registra apenas os terremotos com magnitude maior que 4, ocorreram 7 no dia 21 e no dia 22 dobrou para 14.
No dia 23 foram 31 terremotos, no dia 24 caiu para 11, no dia 25 foram 23, no dia 26 foram 14 (no final do dia 26, o índice kp alcançou nível 8), dobrando a atividade no dia 27 para 25 terremotos e dia 28 também 25.
Recentemente estudamos a relação dos alinhamentos planetários e atividade sísmica com magnitude maior que 6 e alguns incluíam o Elenin, baseado no trabalho do Dr. Obermashich bem documentado em seu site e publicado na Universidade de Cornell.
No dia 30 de setembro, Mércurio entrou na dança do alinhamento e a Terra apesar de vários sismos, são todos de magnitude muita baixa, a maioria com magnitude menor que 4.
Temos apenas duas alternativas:
Muita energia se acumulando e essa sequência de terremotos leves pode indicar que um grande pode ocorrer, se traçarmos um paralelo com o trabalho do Dr. Obermashich.
Ou a relação de alinhamentos planetários e terremotos não é conclusiva.
A prevenção das autoridades nas Ilhas Canárias para esperar pelo pior cenário, devido aos inúmeros sismos registrados em Il Hierro, também é destaque dos últimos dias.
As coincidências em torno do dia 27 não são apenas coincidências, existe algo por trás disso, porque coincidências não existem, pra tudo existe um propósito.
E o Elenin, sendo um objeto artificial como penso que seja, devido as evidências de blogs que entendem do assunto astronomia, pode estar onde bem desejar em função da agenda. E já perdi as contas de quantas vezes escrevi, que ele não é o problema mas sim o que vem atrás dele.
A evidência da relação entre atividade solar e terremotos já observamos diversas vezes, e em breve poderemos chegar a uma conclusão entre a relação de alinhamentos planetários e terremotos.
Já sabemos que é questão de tempo para economia ruir de vez, questão de tempo para uma guerra que pode se tornar mundial e pouco a pouco, vamos desenrolando o que for possível, impossível, necessário, permitido ou não. Estamos aqui para desenrolar!
Parece que o trabalhho do Dr. Obermashich não falha mesmo!
A Terra está em alinhamento com o Sol e Vênus, começou em agosto e permanece em setembro e dois terremotos com magnitude maior que 6, aconteceram "coincidentemente" hoje.
Imagem do site Painel Global
E o Elenin estará alinhado com o Mercúrio e Marte no dia 4 e 5, sem envolver a Terra, e estará mais próximo do Sol no próximo dia 11.
O rapaz que vem desempenhando um magnífico trabalho de esclarecimento com base nas pesquisas do Dr. Mensur Omerbashich, divulgou a segunda parte do vídeo sobre o Cometa Elenin e os terremotos de agosto, confirmando o que já foi exposto em post anterior, onde pode você pode assistir o primeiro vídeo, que os alinhamentos planetários com e sem o Elenin, são os principais responsáveis por terremotos com magnitude acima de 6.
Ele expõe vários dados, registros e ótimos gráficos que auxiliam a compreensão e demonstram o aumento da ocorrência de terremotos com magnitude superior a 6. Divulga também um mapa da futura Terra, que acredito a maioria dos leitores já tenha visto em algum lugar, não é novidade e o próximo alinhamento será entre Elenin, Sol e Marte dia 28 de agosto.
Pessoal, esse rapaz é brilhante, respeito e admiro seu trabalho, mas fique claro que não possuo crenças religiosas e por isso não compartilho das crenças que esse mocinho brilhante expõe nos últimos segundinhos do vídeo.